Estava meio desanimada dias atrás, mas agora esta sensação passou. E a solução foi tão óbvia.
Foi só marcar uns dias de férias e começar a planejar a próxima viagem para que tudo ficasse bem.
Desta vez, vamos para Morro de São Paulo, na Bahia. Alguns amigos já visitaram e falaram que é lindo.
Os voos já foram agendados. Agora, estou procurando onde ficaremos. Ainda não consegui definir o perfil do lugar que queremos, mas logo chegaremos a um acordo. Há muitas opções por lá, dos tipos mais variados.
É tão bom fazer esse tipo de contagem regressiva!
Cenas do Rio
domingo, 27 de maio de 2012
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Perdição
Basta eu estar cheia de atividades para encontrar algo bem mais interessante para fazer.
Eu não vivo mais sem o You Tube, mas agora encontrei outra grande atração no meu site preferido da web: filmes dos anos 80 completos. Estou me controlando, mas já assisti novamente Admiradora Secreta e Namorada de Aluguel.
Ah, sim, também tem uns mais recentes. Desses, vi de novo Scusa si ti chiamo amore, que eu adoro.
Muito mais interessante que os textos de metodologia...
Eu não vivo mais sem o You Tube, mas agora encontrei outra grande atração no meu site preferido da web: filmes dos anos 80 completos. Estou me controlando, mas já assisti novamente Admiradora Secreta e Namorada de Aluguel.
Ah, sim, também tem uns mais recentes. Desses, vi de novo Scusa si ti chiamo amore, que eu adoro.
Muito mais interessante que os textos de metodologia...
sábado, 12 de maio de 2012
Padrinhos
Acabamos de chegar de um batizado e fiquei pensando nos meus padrinhos.
Tanto eu quanto o Claudio temos a sorte de termos padrinhos incomparáveis, que não podiam ter sido melhor escolhidos. Apesar da distância e de hoje em dia não ser mais tão fácil encontrá-los, todos os encontros são sempre repletos de carinho. Eu me sinto em casa quando visito o padrinho e a madrinha.
Quando a minha madrinha me abraça, parece que está me pegando no colo. E do padrinho sempre vem o convite para ficar mais um pouco. Quando eu era criança, dormia com frequência na casa deles e parece que nada mudou.
Desejo que o Bernardo tenha esta mesma sorte, pois com esse amor e essa 'proteção' somos muito mais felizes nesta vida.
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Em casa
Chego a achar até meio assustador, mas pela primeira vez na vida fiquei feliz por não ter uma nova viagem programada, pelo menos uma nova viagem para as próximas semanas. Eu amo viajar, é o que eu mais adoro fazer nesta vida, mas essas últimas três semanas me deram uma canseira.
Talvez também pela quantidade de coisas que tenho para ler, interpretar, resolver... Talvez isso tenha me feito pensar que preciso ficar um pouco parada no mesmo lugar. E é isso que farei até o final de junho, quando iremos a Campinas, para encontrar nossos amigos queridos que moram por lá.
Talvez também pela quantidade de coisas que tenho para ler, interpretar, resolver... Talvez isso tenha me feito pensar que preciso ficar um pouco parada no mesmo lugar. E é isso que farei até o final de junho, quando iremos a Campinas, para encontrar nossos amigos queridos que moram por lá.
terça-feira, 20 de março de 2012
Dia a dia
Não faz muito tempo que descobri que dia a dia não tinha mais hífen. Assim como lua de mel e pôr do sol. Quando houve a mudança ortográfica, a primeira coisa que fiz foi comprar um dicionário novo. Quem poderia imaginar que aquele pequeno Houaiss ainda não tinha corrigido tudo, apesar de estampar com destaque na capa "nova reforma ortográfica".
A rua aqui na frente de casa está me lembrando algumas das ruas lá de Esmeralda - da época em que eu ainda morava lá. Estão trocando o asfalto e está a maior poeira. Alguns carros que estão estacionados ali na frente têm uma camada grossa de sujeira. Assim como as grades do prédio, que costumam ser bem branquinhas.
Depois de uma semana de viagem pelo Rio Grande do Sul, a vida segue em ritmo intenso aqui no Rio. No DAAD, muito trabalho. No doutorado, muitos e muitos textos para serem lidos e analisados. Tenho de terminar um artigo até amanhã. Ainda bem que pelo menos os três frilas que tinha para este mês eu já acabei.
Claudio aprendeu a fazer pizza no ano passado e desde então alegra-se em testar receitas. Daqui a mais alguns dias, receberemos meus queridos amigos do mestrado para provarem sabores variados.
A rua aqui na frente de casa está me lembrando algumas das ruas lá de Esmeralda - da época em que eu ainda morava lá. Estão trocando o asfalto e está a maior poeira. Alguns carros que estão estacionados ali na frente têm uma camada grossa de sujeira. Assim como as grades do prédio, que costumam ser bem branquinhas.
Depois de uma semana de viagem pelo Rio Grande do Sul, a vida segue em ritmo intenso aqui no Rio. No DAAD, muito trabalho. No doutorado, muitos e muitos textos para serem lidos e analisados. Tenho de terminar um artigo até amanhã. Ainda bem que pelo menos os três frilas que tinha para este mês eu já acabei.
Claudio aprendeu a fazer pizza no ano passado e desde então alegra-se em testar receitas. Daqui a mais alguns dias, receberemos meus queridos amigos do mestrado para provarem sabores variados.
quarta-feira, 14 de março de 2012
Vida intensa
Meus dias têm sido bastante corrido. E, acho que pela primeira vez em muitos anos, aquela máxima de que o ano começa depois do carnaval não valeu para mim.
Desde que voltei da viagem de férias, em 9 de janeiro, não parei. Logo na primeira semana de volta, aumentei meu horário de trabalho. E também o volume de trabalho, ganhei novas atribuições e nunca estive tão ocupada nas minhas 30 horas semanais. Nem estou reclamando, pois estou achando melhor assim do que a pasmaceira que era antes.
Apesar de tudo isso, consegui assistir minha novelinha do meio da tarde até quase seu fim, que foi agora no dia 9 de março. Também consegui seguir religiosamente o treino de corrida.
E no Carnaval viajei para Ivinhema para encontrar minhas sobrinhas fofas. Elas estão muito lindas!
As aulas do doutorado começaram na semana passada, tornando meus dias bastante cheios. Para completar, tivemos visitas nas últimas duas semanas.
Primeiro, os amigos queridos de Campinas e Uberlândia. Quem dera tivéssemos esses amigos por aqui. Foi um semana muito legal e intensa.
Na semana seguinte, foi a vez da esperada visita do meu querido Nicolas e da minha amiga mais especial, a Márcia. Com o aumento da carga de trabalho nem consegui dar toda a atenção que eles merecem, mas acho que mesmo assim conseguimos ter bons momentos juntos.
As visitas ainda nem tinham ido embora quando eu tive que viajar. Desde domingo estou no Rio Grande do Sul, divulgando um programa de bolsas para a Alemanha. Hoje encerrei esta parte e terei três dias junto com a minha mãe, em Vacaria.
E em abril ainda tem a Alemanha, mas não estou reclamando. Pelo contrário. :)
Desde que voltei da viagem de férias, em 9 de janeiro, não parei. Logo na primeira semana de volta, aumentei meu horário de trabalho. E também o volume de trabalho, ganhei novas atribuições e nunca estive tão ocupada nas minhas 30 horas semanais. Nem estou reclamando, pois estou achando melhor assim do que a pasmaceira que era antes.
Apesar de tudo isso, consegui assistir minha novelinha do meio da tarde até quase seu fim, que foi agora no dia 9 de março. Também consegui seguir religiosamente o treino de corrida.
E no Carnaval viajei para Ivinhema para encontrar minhas sobrinhas fofas. Elas estão muito lindas!
As aulas do doutorado começaram na semana passada, tornando meus dias bastante cheios. Para completar, tivemos visitas nas últimas duas semanas.
Primeiro, os amigos queridos de Campinas e Uberlândia. Quem dera tivéssemos esses amigos por aqui. Foi um semana muito legal e intensa.
Na semana seguinte, foi a vez da esperada visita do meu querido Nicolas e da minha amiga mais especial, a Márcia. Com o aumento da carga de trabalho nem consegui dar toda a atenção que eles merecem, mas acho que mesmo assim conseguimos ter bons momentos juntos.
As visitas ainda nem tinham ido embora quando eu tive que viajar. Desde domingo estou no Rio Grande do Sul, divulgando um programa de bolsas para a Alemanha. Hoje encerrei esta parte e terei três dias junto com a minha mãe, em Vacaria.
E em abril ainda tem a Alemanha, mas não estou reclamando. Pelo contrário. :)
domingo, 5 de fevereiro de 2012
De Porto Alegre a Colônia do Sacramento de carro
Em dezembro de 2011, viajamos de Porto Alegre até Colônia do
Sacramento de carro. Foi uma ótima experiência. A viagem é muito tranquila.
A cidade é interessante, apesar de algumas partes serem meio
abandonadas. A beira-rio é muito agradável e há praias pertinho do centro e do
bairro onde ficamos, Pocitos. O pôr do sol é lindo! E os uruguaios são muito
simpáticos. E falam rápido! Difícil entendê-los, devo dizer.
Antes, porém, de pegar a estrada, é preciso prestar atenção
a alguns detalhes. Dois mais importantes deles são:
- Providenciar a Carta Verde, um seguro obrigatório para os
vizinhos Uruguai e Argentina. O que fizemos custou R$ 124,81 para 11 dias.
Fizemos com a Porto Seguro.
- Se o carro que atravessará a fronteira é de alguém que não
estará junto, também é preciso pegar uma procuração. No nosso caso, o carro era
da minha mãe. Ela foi ao cartório de Vacaria e lá fez uma procuração. Usamos o
modelo disponível no blog http://viajandodecarro.com/
e deu tudo certo.
Minha mãe fez a declaração em Vacaria, no Rio Grande do Sul.
Não sabíamos, mas este documento só pode ser legalizado no consulado mais próximo
da cidade em que foi autenticado. Assim, tivemos de ir ao consulado do Uruguai
em Porto Alegre. A legalização é feita de um dia para outro e custa R$ 76, que
precisam ser depositados no banco Santander. Em Porto Alegre, há uma agência a
duas quadras do consulado. Quem tem carro financiado deve se informar, pois
também é necessário providenciar algum tipo de documento.
Com esses dois documentos em mãos, estávamos prontos para
nossa aventura.
Começamos a viagem em uma terça de manhã, saindo de Porto
Alegre antes das 7h30.
Combinamos seguir direto até Pelotas pela BR-116, cerca de
350km. Durante o trajeto, fui lendo o Guia O
Viajante Rio Grande do Sul, de Zizo Asnis, e vi que São Lourenço do Sul
seria mais apropriado para uma parada do que Pelotas – de Porto Alegre a
Jaguarão dá 200km. Trata-se de uma cidade pequena, à beira da Lagoa dos Patos,
e onde é possível comer o inesquecível pastel do Terrasse Schultz. Foi o que
fizemos.
Ah, sim, importante mencionar que até atravessar a fronteira
do Uruguai, pagamos R$ 37,40 de pedágio, que começam logo após a saída de Porto
Alegre até chegar a Jaguarão.
De Pelotas, seguimos em direção a Jaguarão – voltaríamos pelo
Chuí. São 200km pela BR-116.
Quando chegamos a Jaguarão era meio-dia. Resolvemos
abastecer o carro e aproveitamos para comer um hambúrguer no Posto Shell, que é
superarrumado e tem atendentes bem atenciosos.
Depois de atravessar a ponte de Jaguarão, paramos
rapidamente nas lojas da fronteira, mas acabamos não achando nada interessante
para comprar.
Por volta das 13h, entramos no Uruguai, na cidade de Rio
Branco, que faz divisa com Jaguarão. Pegamos a rota 18, para seguir para
Treinta y Tres. Logo depois de passarmos a fronteira, tentamos localizar onde
ficava a aduana. É uma construção simples, que se não tivéssemos cuidado,
teríamos passado batido. Sorte que paramos. O policial controlou nossos
passaportes e documento do carro e seguimos adiante. Nem olhou para a Carta
Verde, mas pediu para conferir a licença do carro.
Andamos mais 130km até Treinta y Tres, onde visitamos um
conhecido, o Fernando. Ele estava nos esperando com água gelada. Chegamos
pontualmente às 16h. Ficamos meia hora e pegamos a estrada novamente, pois
havíamos reservado hotel em Montevidéu. A viagem foi bastante tranquila,
grandes retas na rota 8, quase 300km. Ao chegar à cidade, também não tivemos
problemas de nos localizarmos, pois Montevidéu tem grandes avenidas, o que
facilita bastante.
Da fronteira até Montevidéu, pagamos dois pedágios, somando
R$ 10.
Às 20h30, estávamos instalados no Intercity (U$ 85) e fomos
jantar em um restaurante pertinho dali, o La Otra.
Na manhã seguinte, partimos para Colônia. Pagamos mais dois
pedágios, R$ 10 ao todo. Antes de partir, abastecemos novamente. Durante toda a
viagem, de ida e volta, creio que pagamos mais ou menos R$ 500 de gasolina. O
nosso carro era um Celta 1.0, bem econômico.
De Montevidéu a Colônia do Sacramento, pegamos a rota 1.
Saímos às 8h30 e chegamos às 11h30. Viagem tranquila. Passeamos por Colônia,
comemos empanadas e às 14h, pegamos o barco para irmos para Buenos Aires, onde
passaríamos o ano novo. Deixamos o carro no estacionamento do Buquebus por três
dias (R$ 35).
Depois de dias ótimos em Buenos Aires, voltamos de Buquebus
para Colônia, pegamos o carro e seguimos para Montevidéu. Pagamos mais dois
pedágios até lá, R$ 10 ao todo. Dormimos três noites em Montevidéu – uma no
hotel Ibis (U$ 81, sem café) e duas no Intercity (U$ 190, com café incluído).
Em um dos dias em Montevidéu, aproveitamos para conhecer algumas
vinícolas: Bouza, Pisano e Juanico. Na Bouza, além da visita guiada, almoçamos.
A degustação foi realizada durante o almoço. Pedimos dois tipos diferentes de
degustação – uma custou R$ 30 e a outra, com vinhos melhores, R$ 55. No total,
nosso almoço custou R$ 203, muito bem investidos. A comida estava deliciosa. E
os pães do couvert são inesquecíveis.
Na Pisano e na Juanico, fizemos visitas mais personalizadas.
Dos lugares que conhecemos em Montevideo, recomendamos o
Francis e o La Fonda del Puertito, ótimo para comer lula à doré.
Abaixo algumas cenas de Montevidéu.
A próxima parada na viagem seria Punta del Este.
Difícil
conseguir hotel com bom preço nessa época. Assim, olhando na internet, acabei
descobrindo uma guesthouse e foi lá que ficamos. R$ 85 a noite. Trata-se do
apartamento do inglês Brad e da argentina Martina, casal simpático que aluga
dois quartos. Tirando o box pequenininho para tomar banho, o lugar é muito bom.
No caminho entre Montevidéu, passamos pela vinícola Alto de
La Ballena e também pela fábrica de doce de leite Lapataia. Duas visitas muito
agradáveis. Sem esquecer os pedágios, mais R$ 10 por dois deles.
Também passamos pela Casapueblo, lugar lindo criado pelo artista Carlos Páez Vilaró.
Na manhã de quinta-feira, nosso passeio estava chegando ao
fim, pegamos a rota 10 e depois a 9 em direção ao Chuí, cerca de 220km. Pagamos
os últimos R$ 5 de pedágio. Antes de atravessar a fronteira, carimbamos nossos
passaportes e passamos no free shop.
Estávamos novamente no Rio Grande do Sul. Seguimos pela RS-471
até quase Rio Grande, onde pegamos a RS-473 para retornarmos à BR-101. Passamos
pela reserva do Taim, lugar lindo, cheio de capivaras, bonito de ver. O almoço
foi na pequena Santa Vitório do Palmar.
Do Chuí até Porto Alegre, percorremos mais 520km. Nesse
trecho, pegamos mais quatro pedágios: R$ 31,20. Chegamos a Porto Alegre no
final da tarde, por volta das 18h30. Esta viagem foi mais cansativa que a ida.
Dicas:
- Fizemos a viagem em 10 dias, sendo que três foram em Buenos
Aires. Em uma próxima, me dedicaria apenas ao Uruguai, ficaria uma noite em Colônia,
mais uma em Montevidéu e pelo menos umas três em Punta del Este.
- Também tentaria
reservar um tempo para conhecer a região Sul do Rio Grande do Sul. Acabamos não
entrando em Pelotas. Também não conseguimos dar uma parada na praia, que ficava
bem pertinho da RS-471.
- Levar alguns pesos uruguaios, pelo menos para os pedágios.
- Comprar água e algum lanchinho para o trecho que será percorrido no Uruguai.
- Abastecer ainda no Brasil, antes de pegar a estrada. Não há muitos postos no caminho.
- Informar-se sobre o nome das rotas que terá que percorrer. As estradas são bem sinalizadas, mas é sempre ter noção para onde se está indo.
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
2012
2012:
- um filme por semana - ou mais;
- um livro por mês - ou mais;
- começo do doutorado;
- aumento da carga horária no trabalho;
- uma viagem - mesmo que curta - a cada dois meses;
- manter o Le Vin au Blog atualizado;
E mais algo que ainda estou pensando...
Feliz 2012 a todos!
- um filme por semana - ou mais;
- um livro por mês - ou mais;
- começo do doutorado;
- aumento da carga horária no trabalho;
- uma viagem - mesmo que curta - a cada dois meses;
- manter o Le Vin au Blog atualizado;
E mais algo que ainda estou pensando...
Feliz 2012 a todos!
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Balanço 2011
Não posso reclamar de 2011. Não mesmo. Consegui colocar em
prática vários dos meus planos e resolver assuntos que estavam pendentes há
anos. Foi um ano de muitas realizações. Claro que ainda sobrou uma lista de
desejos/afazeres, mas também não teria graça se já tivesse feito tudo.
O ano começou de forma intensa, com a reta final do
mestrado. Para mim, praticamente não houve verão. Claudio teve de ir sozinho à
praia várias vezes, pois eu precisei ficar estudando no fim de semana. Entrei
madrugada algumas vezes, mas não muitas, pois depois da meia-noite meu corpo
vai se autodesligando.
As semanas anteriores à defesa foram de pura tensão, mas eu
não estava sozinha nesse processo. Havia 18 colegas passando pelas mesmas
angústias. Entre eles, meus cinco queridos companheiros de agonia, mas também de encontros
animados, almoços coletivos no Ibict e ajudas variadas. Não teria sido fácil sem a Ana,
o Antonio, a Angela, a Neusa e a Tati. Ah, sim, e o Claudio e o Rodrigo nos
encorajando de forma até irritante.
E março passou. E a defesa passou. E todos nós passamos.
Depois disso, voltei a viver. Comprei vários cupons de tratamentos
que queria fazer há tempos, resolvi fazer um curso de alemão na Alemanha, fiz
uns frilas para tornar isso possível, fui a Florianópolis com minha amiga Marie
para visitar a Márcia, o Nicolas, a Camille e o Jacy, viajamos para São Paulo
para encontrar nossos queridos amigos blogueiros, visitei minha mãe no Rio
Grande do Sul, passei uns dias em Paris, consegui arrumar os armários em casa,
limpar gavetas, legendar nossas fotinhos e adicionar terra às nossas
plantinhas... E, agora no final, até encontrei tempo para ver novela...
Mais que isso, consegui resolver duas histórias que me incomodavam
há mais de uma década. Depois de tantos anos, havia chegado a hora do perdão,
dos outros e de mim mesma. Fiquei mais leve e muito feliz.
Por tudo isso, 2011 foi um ano muito especial. Um ano de
pausa, de colocar as coisas no lugar, de ter tempo para pensar... De certa
maneira, um ano de descanso para me preparar para o que virá em 2012 –
doutorado, mais trabalho, viagens, entrar em forma e tantos outros planos,
pois, sinceramente, a lista é longa.
O apoio dos amigos foi fundamental. E sou muito agradecida!
Feliz Natal e um ótimo 2012!
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
10 dias
E começa a contagem regressiva para as miniférias!
Faltam:
10 dias para esquecer do trabalho.
10 dias para não lembrar que 2012 será um ano cheíssimo.
10 dias para curtir uma viagem ao Rio Grande do Sul, ao Uruguai e ainda uma passada por Buenos Aires!
10 dias para simplesmente ser feliz.
Faltam:
10 dias para esquecer do trabalho.
10 dias para não lembrar que 2012 será um ano cheíssimo.
10 dias para curtir uma viagem ao Rio Grande do Sul, ao Uruguai e ainda uma passada por Buenos Aires!
10 dias para simplesmente ser feliz.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Uma campanha
Acabei de publicar um texto lá no Le Vin au Blog para um concurso sobre o Sul da França, cujo prêmio é uma viagem para o Languedoc-Roussillon no ano que vem.
Um dos critérios de escolha do vencedor é o número de comentários. Por isso, faço aqui minha campanha: Comenta lá! :)
O link: http://levinaublog.blogspot.com/2011/12/sul-da-franca-apaixone-se.html
Muito obrigada!
Um dos critérios de escolha do vencedor é o número de comentários. Por isso, faço aqui minha campanha: Comenta lá! :)
O link: http://levinaublog.blogspot.com/2011/12/sul-da-franca-apaixone-se.html
Muito obrigada!
domingo, 4 de dezembro de 2011
Felicidade é:
- um computador novinho em folha com tudo funcionando;
- viagem programada para daqui a duas semanas;
- novidades à espera no ano que se aproxima.
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felicidade
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terça-feira, 22 de novembro de 2011
Arrependimento
Eu não gosto de ficar esperando, apesar de achar que este é o meu destino (enquanto eterna caroneira), mas pior que ficar esperando é deixar alguém me esperando. Fico me sentindo muito mal por isso, especialmente quando, mesmo sem querer, acabo fazendo isso com amigos.
Já devo ter feito isso algumas vezes, mas três delas me deixaram meio mal por dias. E escrevo isso agora porque voltei a deixar uma amiga à espera de uma ligação minha.
Viajamos para São Paulo no último fim de semana. A programação foi intensa. Várias comemorações do aniversário do Claudio, com diversos amigos e parentes. Achei que conseguiria encontrar minha amiga Gi para um café. Deixamos meio combinado, mas devido às tantas atividades de sábado, no domingo de manhã nem consegui sair da cama. Resultado: acabei não ligando para ela. Pior foi ela me dizer que ficou até preocupada, achando que algo tinha acontecido, pois eu nunca havia feito isso.
Ela não sabia, mas em 2006, quando viajamos para o Rio Grande do Sul, minha amiga Ju ficou uma tarde toda me esperando com uma nega-maluca feita especialmente para mim. E em abril passado, fui a Florianópolis e não liguei para minha amiga Cris.
Ouvi, como tentativa de me animar, um "acontece". Sim, eu sei que acontece, mas não deveria.
E vou fazer de tudo agora para nunca mais se repetir.
Já devo ter feito isso algumas vezes, mas três delas me deixaram meio mal por dias. E escrevo isso agora porque voltei a deixar uma amiga à espera de uma ligação minha.
Viajamos para São Paulo no último fim de semana. A programação foi intensa. Várias comemorações do aniversário do Claudio, com diversos amigos e parentes. Achei que conseguiria encontrar minha amiga Gi para um café. Deixamos meio combinado, mas devido às tantas atividades de sábado, no domingo de manhã nem consegui sair da cama. Resultado: acabei não ligando para ela. Pior foi ela me dizer que ficou até preocupada, achando que algo tinha acontecido, pois eu nunca havia feito isso.
Ela não sabia, mas em 2006, quando viajamos para o Rio Grande do Sul, minha amiga Ju ficou uma tarde toda me esperando com uma nega-maluca feita especialmente para mim. E em abril passado, fui a Florianópolis e não liguei para minha amiga Cris.
Ouvi, como tentativa de me animar, um "acontece". Sim, eu sei que acontece, mas não deveria.
E vou fazer de tudo agora para nunca mais se repetir.
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quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Classificação
Hoje saiu a classificação da seleção de doutorado. Obtive 8,29 pontos e acabei me classificando em quarto lugar. Fiquei surpresa e feliz.
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Feriado para organizar a vida
Não que eu tenha feito isso, mas essa era minha vontade, fazer um planejamento de como será minha vida nos próximos meses. Sinto-me tão mais feliz quando tenho tudo planejado.
Só que quero fazer tanta coisa, que nem tudo cabe no meu planejamento. Se dependesse apenas da minha vontade, por exemplo, em 2012 eu faria várias viagens. Peru, Estados Unidos, Florianópolis, Nordeste e interior da França seriam apenas algumas delas.
Voltando à realidade, sei que não será tão fácil assim, ainda mais voltando a estudar e com ideia de aumentar o horário de trabalho. E querendo continuar com a academia, as leituras de livros não acadêmicos e algumas saídas com os amigos...
Só que quero fazer tanta coisa, que nem tudo cabe no meu planejamento. Se dependesse apenas da minha vontade, por exemplo, em 2012 eu faria várias viagens. Peru, Estados Unidos, Florianópolis, Nordeste e interior da França seriam apenas algumas delas.
Voltando à realidade, sei que não será tão fácil assim, ainda mais voltando a estudar e com ideia de aumentar o horário de trabalho. E querendo continuar com a academia, as leituras de livros não acadêmicos e algumas saídas com os amigos...
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Doutora?
Nos últimos dois meses, estive envolvida com a seleção de doutorado em Ciência da Informação do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
O resultado finalíssimo, quando ficaremos sabendo a classificação de cada um dos 12 aprovados, ainda não saiu, mas ontem foi anunciada a lista de quem passou na entrevista, a terceira e última etapa da seleção.
Meu nome estava lá.
Descobri isso depois que uma das minhas amigas queridas da turma de mestrado, a Neusa, mandou um e-mail para o nosso grupinho. Ela me dava os parabéns. Foi uma situação tragicômica.
Comecei a fazer meu plano de estudos ainda em maio/junho, pelo menos a pensar sobre um assunto. O plano, porém, foi finalizado em setembro, depois que voltei das férias na Alemanha. Aprontei tudo e me inscrevi no final de setembro.
A primeira etapa foi dias depois, no começo de outubro. A prova sobre Ciência da Informação, com duas perguntas bem amplas. Uma sobre as influências da tecnologias de informação na sociedade da informação, ou algo nesta linha, outra sobre redes. Havíamos lido 13 textos sobre assuntos relacionados a esses a e a outros temas.
Dei o melhor de mim, mas essas provas abertas de mais são sempre perigosas. As provas de inglês e espanhol foram mais tranquilas.
Passei.
Veio, então, a análise do projeto. O resultado saiu dois dias antes de embarcarmos para o Enancib, o congresso da área, que neste ano foi realizado em Brasília. Eu fui lá apresentar um trabalho feito a partir da minha dissertação, que tratou sobre busca e recuperação da informação científica na web.
Passei de novo.
Sobrava a última fase: a temida entrevista. No começo brinquei que queria muito passar pelo nervosismo de encarar a entrevista.
Sim, eu estava bem nervosa na manhã da última sexta, mas o que mais me atrapalhou foi a gripe que peguei quase que de propósito dias atrás. Eu estava me sentindo muito tola por ter me permitido ficar gripada. Fiz a entrevista meio derrotada. Estava exausta, com o corpo pesado...
Por isso, nem planejava olhar os resultados. Claudio falou que olharia. Minha amiga Tati também, mas eu mesma já estava em outra, planejando altos projetos para 2012.
Por isso a reação tragicômica. Quando vi o e-mail da Neusa, comecei a gritar com a cabeça afundada nas almofadas do sofá. Claudio querendo saber como achava a lista na internet. E eu feito uma ema, com a cabeça enfiada entre as almofadas...
Como passei e aos poucos estou aceitando a ideia, já comecei a me animar para os quatro anos bem pesados que me aguardam pela frente. Serão trabalhosos, mas sei que terei um monte de diversão também, porque uma oportunidade dessas, acredito eu, a gente tem a obrigação de viver da melhor maneira. E é assim que pretendo passar por esse doutorado.
O resultado finalíssimo, quando ficaremos sabendo a classificação de cada um dos 12 aprovados, ainda não saiu, mas ontem foi anunciada a lista de quem passou na entrevista, a terceira e última etapa da seleção.
Meu nome estava lá.
Descobri isso depois que uma das minhas amigas queridas da turma de mestrado, a Neusa, mandou um e-mail para o nosso grupinho. Ela me dava os parabéns. Foi uma situação tragicômica.
Comecei a fazer meu plano de estudos ainda em maio/junho, pelo menos a pensar sobre um assunto. O plano, porém, foi finalizado em setembro, depois que voltei das férias na Alemanha. Aprontei tudo e me inscrevi no final de setembro.
A primeira etapa foi dias depois, no começo de outubro. A prova sobre Ciência da Informação, com duas perguntas bem amplas. Uma sobre as influências da tecnologias de informação na sociedade da informação, ou algo nesta linha, outra sobre redes. Havíamos lido 13 textos sobre assuntos relacionados a esses a e a outros temas.
Dei o melhor de mim, mas essas provas abertas de mais são sempre perigosas. As provas de inglês e espanhol foram mais tranquilas.
Passei.
Veio, então, a análise do projeto. O resultado saiu dois dias antes de embarcarmos para o Enancib, o congresso da área, que neste ano foi realizado em Brasília. Eu fui lá apresentar um trabalho feito a partir da minha dissertação, que tratou sobre busca e recuperação da informação científica na web.
Passei de novo.
Sobrava a última fase: a temida entrevista. No começo brinquei que queria muito passar pelo nervosismo de encarar a entrevista.
Sim, eu estava bem nervosa na manhã da última sexta, mas o que mais me atrapalhou foi a gripe que peguei quase que de propósito dias atrás. Eu estava me sentindo muito tola por ter me permitido ficar gripada. Fiz a entrevista meio derrotada. Estava exausta, com o corpo pesado...
Por isso, nem planejava olhar os resultados. Claudio falou que olharia. Minha amiga Tati também, mas eu mesma já estava em outra, planejando altos projetos para 2012.
Por isso a reação tragicômica. Quando vi o e-mail da Neusa, comecei a gritar com a cabeça afundada nas almofadas do sofá. Claudio querendo saber como achava a lista na internet. E eu feito uma ema, com a cabeça enfiada entre as almofadas...
Como passei e aos poucos estou aceitando a ideia, já comecei a me animar para os quatro anos bem pesados que me aguardam pela frente. Serão trabalhosos, mas sei que terei um monte de diversão também, porque uma oportunidade dessas, acredito eu, a gente tem a obrigação de viver da melhor maneira. E é assim que pretendo passar por esse doutorado.
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sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Brasília
As cidades podem ser lindas, os passeios maravilhosos, mas ficam ainda melhores se estivermos na companhia de pessoas queridas. Eu gosto de viajar sozinha, mas tenho que admitir que passear por uma cidade acompanhada de um amigo local torna tudo mais interessante. Em Brasília foi assim. Na quarta-feira, saí para dar umas voltas com a Tatiana, ex-colega de Diário Catarinense. Foi muito bom. Obrigada, Tati!
Museu da República, mais um projeto de Oscar Niemeyer
Museu com congresso lá no fundo
Memorial Darcy Ribeiro
Memorial Darcy Ribeiro
Catedral Metropolitana de Brasília
Congresso Nacional
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quinta-feira, 3 de novembro de 2011
No toca-discos
Gosto desta música desde o ano passado. Foi em algum quarto de hotel ou no carro que alugamos para percorrer França e Itália que a ouvi pela primeira vez. Tão logo cheguei em casa, corri para o You Tube para resgatá-la. Adoro ouvir repetidas vezes, como várias outras músicas.
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quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Como criar uma dor de garganta
Saia da academia depois de correr/caminhar/fazer musculação intensamente por uma hora, suada, e pare na primeira casa de sucos que encontrar. Ali, tome um suco gelado.
Caminhe até em casa, já sentindo um friozinho, que o casaco de ginástica não consegue conter.
Antes de tomar banho, decida lavar a louça, mas de pés descalços, pois as meias já foram para a máquina de lavar roupa recém-ligada. Nada como ser multitarefas...
Tudo isso feito, tome banho e saia com o cabelo molhado para comer uma pizza no supermercado perto da sua casa. Lá, sente-se perto da seção de gelados e fique curtindo aquele friozinho.
Tome água com muito gelo.
Ah, sim, não se esqueça de sair mal agasalhada de casa, especialmente se a noite estiver meio fria.
Pronto, no dia seguinte, você terá uma dor de garganta muito especial, a primeira do ano.
Caminhe até em casa, já sentindo um friozinho, que o casaco de ginástica não consegue conter.
Antes de tomar banho, decida lavar a louça, mas de pés descalços, pois as meias já foram para a máquina de lavar roupa recém-ligada. Nada como ser multitarefas...
Tudo isso feito, tome banho e saia com o cabelo molhado para comer uma pizza no supermercado perto da sua casa. Lá, sente-se perto da seção de gelados e fique curtindo aquele friozinho.
Tome água com muito gelo.
Ah, sim, não se esqueça de sair mal agasalhada de casa, especialmente se a noite estiver meio fria.
Pronto, no dia seguinte, você terá uma dor de garganta muito especial, a primeira do ano.
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sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Brasília, aqui vou eu!
Estou envolvida com os últimos preparativos para a viagem a Brasília, no domingo.
Vou participar do Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação (Enancib). Meu artigo sobre os resultados da minha dissertação foi aceito e vou lá apresentá-lo.
Estou bem animada, mas talvez não muito pelas razões que os acadêmicos valorizam. Vai uma turma bem grande aqui do Rio. Vamos chegar todos no domingo. Então, há dias já rola uma intensa troca de e-mails sobre hotel, passagens, táxis...
Grande parte do grupo - eu inclusive - vai com passagem e hospedagem paga pela UFRJ. Vai ser quase como uma excursão do colégio.
Claro que, sendo um pouco adulta, o encontro será muito proveitoso, pois os temas das palestras e discussões são bem interessantes.
De qualquer forma, estou na torcida para que sobre um tempinho para conhecer a cidade.
***
Alguém aqui na rua está gostando de ser repórter do Globo naquela seção Eu-Repórter. Nesta semana, duas matérias foram publicadas. Uma sobre as vagas reservadas com latas de lixo. Outra, sobre a oficina aqui da esquina, que ocupa as vagas para realizar pintura e outros serviços.
Não deixa de ser inspirador. Assuntos não faltam.
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Mestre em fazer listas
Como boa virginiana que sou, ontem me peguei fazendo uma lista das várias pendências que tenho para resolver nos próximos meses, ou que espero resolver, pelo menos. A lista tem os itens mais diversos, de arrumação de fotos a planejamento de viagem, de marcação de consultas médicas até a preparação de um artigo. Funciona como um lembrete.
Quando o fim do ano se aproxima – ok, eu sei que ainda faltam mais de dois meses – já começo a fazer balanços e planos para o próximo ano. Quero tanta coisa! Uma boa parte sempre acaba se tornando realidade. Talvez porque foi pensada e planejada anteriormente, ou quem sabe por que estando em uma lista, eu tento fazer de tudo para torná-la realidade.
***
O festival de Cinema do Rio está rolando já há alguns dias, mas ainda não conseguir ir ver nenhum filme. Quem sabe hoje. Em 2006, em meu primeiro festival, comprei um passaporte e vi 17 filmes dos 20 que tinha direito. Minha agenda era muito mais livre naquela época e o passaporte foi meu presente de aniversário – para mim mesma. :)
***
Na minha lista imaginária – por enquanto – de planos para 2012 está uma viagem para o Peru, quer dizer, para Machu Picchu. Do ano que vem não vai passar!
***
Hoje é Dia das Crianças e também Dia de Nossa Senhora Aparecida. O feriado é motivado pela santa, mas provavelmente a maioria de nós lembra-se mais da primeira data.
Quando o fim do ano se aproxima – ok, eu sei que ainda faltam mais de dois meses – já começo a fazer balanços e planos para o próximo ano. Quero tanta coisa! Uma boa parte sempre acaba se tornando realidade. Talvez porque foi pensada e planejada anteriormente, ou quem sabe por que estando em uma lista, eu tento fazer de tudo para torná-la realidade.
***
O festival de Cinema do Rio está rolando já há alguns dias, mas ainda não conseguir ir ver nenhum filme. Quem sabe hoje. Em 2006, em meu primeiro festival, comprei um passaporte e vi 17 filmes dos 20 que tinha direito. Minha agenda era muito mais livre naquela época e o passaporte foi meu presente de aniversário – para mim mesma. :)
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Na minha lista imaginária – por enquanto – de planos para 2012 está uma viagem para o Peru, quer dizer, para Machu Picchu. Do ano que vem não vai passar!
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Hoje é Dia das Crianças e também Dia de Nossa Senhora Aparecida. O feriado é motivado pela santa, mas provavelmente a maioria de nós lembra-se mais da primeira data.
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terça-feira, 11 de outubro de 2011
Entrando em forma
Em agosto, completei cinco anos de Rio de Janeiro. Período
muito bem-vivido, diga-se de passagem. Único porém nessa experiência foram os
quilos a mais que ganhei nesta meia década, praticamente um por ano...
Talvez um pouco pela idade, que dificulta barbaridade perder alguns quilos. Talvez por ter passado os últimos dois anos mais na frente do computador do que ao ar livre. Talvez por que aqui no Rio a gente come mais do que deveria e muitas vezes muito pior do que deveria. (Basta andar pelas ruas para ver que realmente está todo mundo com sobrepeso e, sim, estamos virando um país de gordinhos)
Constatações feitas, resolvi tomar vergonha na cara e tentar
voltar para o meu peso, pois, se continuar neste ritmo, quando completar uma
década de Rio terei me transformado numa bola. E, sinceramente, não quero este
destino para mim – nem pra ninguém.
Há duas semanas, voltei à academia. Sonhava com a BodyTech,
mas acabei me matriculando na – mais baratinha – Smart Fit. Fiz um contrato
para um ano, o que sempre considero um risco, pensando no meu histórico, mas
resolvi correr o risco. Literalmente.
Por enquanto, vou indo bem. Um grande incentivo, confesso, é
assistir Mulheres de Areia enquanto caminho/corro na esteira. A academia tem
tudo que preciso, os equipamentos são novos, o lugar é limpo, organizado.
Outro é pensar que minhas roupas deixarão de apertar. Não
existe coisa pior, ou verdade mais descarada de que perdemos o controle, do que
uma roupa ficar bem desconfortável. E isso vem ocorrendo já há algum tempo.
Também estou tentando manter uma alimentação saudável.
Saladas de todos os tipos, o que eu gosto muito. Até nisso a ida a academia tem
ajudado, pois o Hortifruti fica ainda mais perto. Frituras e refrigerantes
estão fora da dieta, obviamente. Doces só aqueles que realmente valem a pena.
Espero, desta forma, sair de vários apertos.
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Estamos ficando muito estranhos...
Ontem fui a uma pizzaria aqui na Zona Sul, mais especificamente em Copacabana, a Caravelle. Lá pelas tantas, resolvi ir ao banheiro, que, de modo geral, estava limpo. Só tinha um porém, o assento do vaso sanitário estava todo mijado.
Eu até entendo as pessoas que não gostam de se sentar sobre o assento nos banheiros utilizados por muita gente. Agora, você mijar em TO-DO o assento, mas todo mesmo, e não ter a classe de pelo menos secar para a próxima pessoa que iria usá-lo, isso eu não entendo. Não entendo mesmo.
E era um banheiro feminino.
***
Outra cena superestranha presenciamos ontem, quando fomos almoçar lá no Leblon. Tudo estava tranquilo até a chegada de uma família formada por mãe, pai e filho de uns cinco anos. O menino era agitadinho, mas até onde pudemos presenciar, não estava fazendo nada de mais ou que perturbasse quem estava ali.
A mãe, porém, se comportava como uma psicopata. Coitada da criança. Nem ouvimos a voz do menino, mas ele constantemente era ameaçado com "cala a boca! Cala a boca!" E que iria ficar de castigo e que logo levaria um tapa. O pai, um boca-aberta, não dizia uma palavra.
Ainda bem que já estávamos no fim e não precisamos mais ficar presenciando a cena.
Não é à toa que penso que certas pessoas não deveriam ter filhos. Esta mulher louca é uma delas.
***
Por favor e com licença são termos em extinção, isso já é fato, mas passei a observar que o obrigado também está caindo em desuso. Nas últimas vezes em que ajudei alguém a fazer alguma coisa, ainda fiquei na expectativa de um obrigado, mas, engraçado, não houve.
Outro dia estava no shopping, perto de um desses guardas que circulam ali pelo Rio Sul. Observei que um casal veio pedir uma informação, o guarda os informou, e eles simplesmente viraram as costas e foram embora!
***
Voltei à academia na semana passada. Lá, o que me impressionou foi o fato de ninguém sorrir. Você diz bom dia, diz tchau, prepara com o professor de educação física a sua ficha de exercícios e, por incrível que pareça neste nosso país tão simpático, passa por tudo isso sem ver um único sorriso. Deve estar atrelado ao preço. 99 reais mensais não devem cobrir sorrisos.
Eu até entendo as pessoas que não gostam de se sentar sobre o assento nos banheiros utilizados por muita gente. Agora, você mijar em TO-DO o assento, mas todo mesmo, e não ter a classe de pelo menos secar para a próxima pessoa que iria usá-lo, isso eu não entendo. Não entendo mesmo.
E era um banheiro feminino.
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Outra cena superestranha presenciamos ontem, quando fomos almoçar lá no Leblon. Tudo estava tranquilo até a chegada de uma família formada por mãe, pai e filho de uns cinco anos. O menino era agitadinho, mas até onde pudemos presenciar, não estava fazendo nada de mais ou que perturbasse quem estava ali.
A mãe, porém, se comportava como uma psicopata. Coitada da criança. Nem ouvimos a voz do menino, mas ele constantemente era ameaçado com "cala a boca! Cala a boca!" E que iria ficar de castigo e que logo levaria um tapa. O pai, um boca-aberta, não dizia uma palavra.
Ainda bem que já estávamos no fim e não precisamos mais ficar presenciando a cena.
Não é à toa que penso que certas pessoas não deveriam ter filhos. Esta mulher louca é uma delas.
***
Por favor e com licença são termos em extinção, isso já é fato, mas passei a observar que o obrigado também está caindo em desuso. Nas últimas vezes em que ajudei alguém a fazer alguma coisa, ainda fiquei na expectativa de um obrigado, mas, engraçado, não houve.
Outro dia estava no shopping, perto de um desses guardas que circulam ali pelo Rio Sul. Observei que um casal veio pedir uma informação, o guarda os informou, e eles simplesmente viraram as costas e foram embora!
***
Voltei à academia na semana passada. Lá, o que me impressionou foi o fato de ninguém sorrir. Você diz bom dia, diz tchau, prepara com o professor de educação física a sua ficha de exercícios e, por incrível que pareça neste nosso país tão simpático, passa por tudo isso sem ver um único sorriso. Deve estar atrelado ao preço. 99 reais mensais não devem cobrir sorrisos.
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sexta-feira, 30 de setembro de 2011
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
domingo, 25 de setembro de 2011
Devaneios de domingo
Agora que todo mundo só fala de Rock in Rio, deu até vontade de ir...
***
Meu domingo está sendo, mais uma vez, na frente do computador. Tudo vai indo bem. Da lista de exigências que tenho que cumprir até amanhã, só falta um item. O mais importante, é verdade, mas apenas um! E este também já está bem adiantado.
Quando as coisas estão predestinadas a dar certo, elas simplesmente dão. Claro que é preciso fazer a parte que nos toca, não apenas ficar esperando que tudo se resolva sozinho.
***
Era para eu estar em Porto Alegre neste domingo, mas a viagem acabou não saindo. Parece que o dia está lindo por lá, pelo que li no Facebook.
Consolo é que sei que estarei lá daqui a duas ou daqui a quatro semanas. :-)
***
Ontem fizemos um jantar muito bom. Massa maravilhosa de uma empresa de Belo Horizonte, molho imbatível da Veronese e vinho italiano. Junto a tudo isso, clima mais do que agradável em casa. Melhor impossível.
***
Meu domingo está sendo, mais uma vez, na frente do computador. Tudo vai indo bem. Da lista de exigências que tenho que cumprir até amanhã, só falta um item. O mais importante, é verdade, mas apenas um! E este também já está bem adiantado.
Quando as coisas estão predestinadas a dar certo, elas simplesmente dão. Claro que é preciso fazer a parte que nos toca, não apenas ficar esperando que tudo se resolva sozinho.
***
Era para eu estar em Porto Alegre neste domingo, mas a viagem acabou não saindo. Parece que o dia está lindo por lá, pelo que li no Facebook.
Consolo é que sei que estarei lá daqui a duas ou daqui a quatro semanas. :-)
***
Ontem fizemos um jantar muito bom. Massa maravilhosa de uma empresa de Belo Horizonte, molho imbatível da Veronese e vinho italiano. Junto a tudo isso, clima mais do que agradável em casa. Melhor impossível.
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
35
Trinta e cinco motivos para estar/ser bem contente/feliz neste 20 de setembro de 2011:
- Amigos, a família que escolhi e ainda está em formação, e sempre aparece um integrante novo;
- Cássio e Fernanda;
- Mãe e pai, a família que me foi escolhida;
- Isabelle e Júlia;
- Nicolas, Lisély, Henrique, Caroline e Virgínia;
- As tantas famílias que tive nesses anos todos, e foram várias e continuam sendo;
- Meus queridos padrinhos;
- Luis Fernando Verissimo;
- Filmes, especialmente "Mensagem para você" e as mais tolas comédias românticas;
- Livros;
- Viagens, nunca suficientes;
- Deutsch!
- E todas as línguas com as quais já flertei, mas nem sempre me envolvi;
- Essas pessoas que vão surgindo na minha vida quando preciso aprender algo novo;
- O mestrado, que me deu de presente não o diploma, mas um grupo muito especial de amigos;
- Häagen Dazs;
- Paris, antiga conhecida, mas amor recente;
- A web;
- Rio de Janeiro;
- Florianópolis;
- A familiaridade de Esmeralda;
- A inquietude de uma redação de jornal;
- Uma volta na Lagoa Rodrigo de Freitas;
- Uma caminhada nas Rendeiras, à beira da Lagoa da Conceição;
- São Francisco, a cidade dos homens mais bonitos deste mundo!
- Nega maluca, feita pela minha mãe!
- O chocolate que só a minha amiga Márcia sabe fazer;
- Gavetas arrumadas;
- Rainer Maria Rilke;
- Bebê a Bordo;
- You Tube, claro!
- Fazer listas;
- Rio Grande do Sul;
- Meu Claudinho;
- E o 20 de setembro!
Talvez não nesta ordem todos os dias. :)
domingo, 18 de setembro de 2011
Durcheinander
A impressão que dá, às vezes, é que perdemos o controle das coisas - seja por um pouco, seja para sempre, seja porque algo ocorreu, seja porque não tomamos uma decisão na hora certa...
Talvez seja apenas uma impressão pré-aniversário, o tal inferno astral.
Só sei que tenho de resolver várias coisas nesta semana, mas estou à espera de algo que outras pessoas precisam fazer primeiro para somente depois eu poder tomar minhas decisões. Não é nada fácil esperar pelos outros. É um verdadeiro exercício de paciência.
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sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Planejando a segunda parte das férias
E começaram os preparativos para a viagem de fim de ano. Como o Claudio não pôde viajar junto para a Alemanha, planejamos uma segunda viagem para o restante dos meus dias de férias.
Sendo assim, dia 22 de dezembro embarcamos para o Rio Grande do Sul, onde passaremos o Natal, e depois seguiremos para o Uruguai e para a Argentina. Vamos conhecer Montevidéu e rever nossa querida Buenos Aires. Como adoramos aquela cidade. Passaremos por lá o ano-novo.
Ao Rio Grande do Sul, vamos acompanhados pela mãe do Claudio. Lá também encontraremos a minha mãe e, espero, alguns amigos.
Já compramos as passagens, reservamos os hotéis. Agora, estamos decidindo pelos melhores passeios.
Sendo assim, dia 22 de dezembro embarcamos para o Rio Grande do Sul, onde passaremos o Natal, e depois seguiremos para o Uruguai e para a Argentina. Vamos conhecer Montevidéu e rever nossa querida Buenos Aires. Como adoramos aquela cidade. Passaremos por lá o ano-novo.
Ao Rio Grande do Sul, vamos acompanhados pela mãe do Claudio. Lá também encontraremos a minha mãe e, espero, alguns amigos.
Já compramos as passagens, reservamos os hotéis. Agora, estamos decidindo pelos melhores passeios.
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terça-feira, 13 de setembro de 2011
Últimos dias na Alemanha e mais outras coisinhas
Tanta coisa já aconteceu desde que voltei, já encontrei tantas pessoas queridas e as decisões que deveriam ser tomadas apenas em 2012 começam já a bater à porta, perguntando: e, aí, vai fazer o quê?
Aos poucos, sem precisar pensar muito, as respostas vão aparecente, serenamente. Acho que sempre sabemos das respostas - pelo menos daquelas que preferimos -, mas nem sempre temos a coragem de assumi-las.
Os últimos na Alemanha foram uma correria só, mas ao mesmo tempo bem legais. Conheci a sede da organização em que trabalho e passeei por uma região que eu ainda não conhecia da Alemanha.
Os contatos com os colegas vão se mantendo por e-mail. Espero, algum dia, me reencontrar com alguns deles pelo menos. Quem sabe algum vem nos visitar algum dia.
Algumas fotos feitas em Colônia, cidade bem bonita à beira do rio Reno.
Aos poucos, sem precisar pensar muito, as respostas vão aparecente, serenamente. Acho que sempre sabemos das respostas - pelo menos daquelas que preferimos -, mas nem sempre temos a coragem de assumi-las.
Os últimos na Alemanha foram uma correria só, mas ao mesmo tempo bem legais. Conheci a sede da organização em que trabalho e passeei por uma região que eu ainda não conhecia da Alemanha.
Os contatos com os colegas vão se mantendo por e-mail. Espero, algum dia, me reencontrar com alguns deles pelo menos. Quem sabe algum vem nos visitar algum dia.
Algumas fotos feitas em Colônia, cidade bem bonita à beira do rio Reno.
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segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Paris, algumas anotações de viagem que podem eventualmente servir para outros viajantes
Esta listinha foi feita para dois amigos muito queridos, o Jacy e a Márcia, pais do meu afilhado Nicolas. São anotações triviais, mas para quem vai experimentar Paris pela primeira vez podem ser um pouco úteis - assim eu espero, pelo menos. :-)
• Chegando ao aeroporto, seja no Orly quanto no Charles de Gaulle, vale perder (ou ganhar) uns minutinhos pegando um mapa e alguns folhetos de atrações em Paris no quiosque de informações. Pode ser interessante para planejar o que fazer.
• Tão logo saiam para as primeiras voltas, recomendo já comprar 10 bilhetes do metrô – ou passes para uma semana. Cada bilhete que vale tanto para metrô quanto para ônibus custa R$ 1,70. Comprando 10 de uma vez, paga-se 12,50 euros. Não sei quando custa um passe de uma semana, mas vale comparar os preços para ver o que vale mais a pena.
• Paris é o lugar ideal para se conhecer a pé, dando belas caminhadas, mas se não houver muito tempo, metrô é a opção rápida e prática. Há também claro ônibus, mas nunca usei. Bom do ônibus, é que por si só já é um passeio.
• Ter um mapinha de metrô sempre é bem prático. O bom é que tem metrô em todos os cantos da cidade, o que torna tudo bem mais fácil.
• Para se guiar, basta olhar sempre o nome da estação final da linha. Por exemplo, quer ir da estação Bastille até a Torre. Primeiro olha onde as linhas se cruzam. Talvez, neste caso, o mais prático fosse pegar a linha laranja (5) até a estação “Place d’Italie” (ou seja, na direção Place d’Italie), trocando ali para a linha verde (6) até a estação Bir-Hakeim (ou seja, pegando o metrô que vai na direção Charles de Gaulle Etoile). Importante é sempre conferir a direção em que o metrô está indo. Todas as estações são bem sinalizadas.
• Outra opção, BatoBus, um “barco-com-paradas”, na minha singela visão. Um bilhete para um dia todo custa 12 euros por pessoa. Pode-se descer e subir várias vezes. Há estações em Notre Dame, na torre, na Champs-Élisèes. Ideal, se for usar, é comprar bem cedinho e aproveitar o dia todo.
• Existem várias regiões com boas lojas. A mais famosa é a Grands Boulevards, onde estão as grandes lojas de departamentos. Uma estação que fica bem perto é a Chaussèe D’Antin La Fayette.
• Quem gosta de cozinha, vai amar a Lafayette Maison! Até eu fiquei com vontade de comprar coisas para fazer cup cakes! Minha amiga Marie, de Paris, fala que lá tudo é mais caro, mas para turistas acaba não tendo muito jeito...
• Provei os famosos macarrons do Pierre Hermé. São fabulosos!!! Tem também Ladurée, mas achei muito caros. Os PH custam 1,90 cada! Os da Ladurée, 3,10!!!
• Em relação a gastos triviais: é muito mais barato comprar água e bebidas em geral no supermercado (Monoprix, Franprix, Carrefour, Casino...) do que em fast foods ou outros quiosques de comidas. Existem supermercados por todos os lados.
• Nesses lugares também é bom para comprar queijos e saladas, para um jantar no hotel eventualmente.
• No domingo, um bom programa pode ser comprar queijinhos, baguette e uma garrafinha de vinho e seguir para a Place de Voges (onde fica a casa de Victor Hugo). Se o tempo estiver bom, fazer um piquenique é muito gostoso.
• Antes que eu esqueça: a maioria dos restaurantes servem menus por preços fixos, ou seja, uma entrada + prato principal ou prato principal + sobremesa. É uma boa forma de experimentar a comida francesa. Também existem os pratos do dia, com preços especiais.
• Em todos os restaurante é possível pedir uma garrafa de água de graça. Algo como “un garrafe d’eau, s'il vou plait”. Eu costumava pedir uma tacinha de vinho e essa garrafa de água. Para eles, isso é bem normal.
• De manhã, nossa opção normalmente é dispensar o caro café do hotel (se não estiver incluído na diária, claro) e procurar a padaria mais próxima. Um croissant bom pra caramba custa pouco menos de 1 euro. Há também os pães de chocolate e outras gostosuras. Um dia, por exemplo, comprei um croissant, um café e fui comer no Jardim de Luxemburgo. Foi bem bom!
• O Louvre é gigantesco. Bom entrar para conhecer, mas se for ver exposições, melhor escolher uma ala (dá para comprar o ticket por área do museu), pois é cansativo olhar tudo em pouco tempo.
• Museus menores, mas bem legais: Museu d’Orsay, L’Orangerie (este é do filme do Woody Allen, com grandes painéis – dá para comprar bilhete para ele para o Orsay junto, sai mais barato), Grand Palais, Petit Palais, Cinemateque e, claro, o Rodin, que é lindo! O que mais gosto é de imaginar que eles moravam ali, usando aquelas lareiras, escolhendo aqueles papéis de parede...
• No domingo, nem tudo está aberto. Somente alguns supers abrem, por exemplo. Os bairros mais animados no domingo e com mais opções de lugares para comer também é o Marais e Montmartre. Eu fiz o seguinte, levantei supercedo no domingo e fui até Montmartre (estação Abesses é a melhor!), vivi meus momentos de Amelie Poulain e depois de olhar tudo, fui para o Marrais, onde tem muita gente circulando. Comprei algumas coisinhas e fui comer na Place des Voges.
Claudio trambém apresenta algumas dicas, mais voltadas para os meninos ou para apreciadores/apreciadoras de vinhos:
• Enquanto as meninas olham as lojas, é possível beber uma tacinha de vinho/champagne na área de vinhos das Galeries Laffayette.
• Pela cidade toda, vocês vão ver lojas Nicolas. Trata-se de uma grande rede de lojas de vinhos. Bom para comprar vinhos para o dia-a-dia, para beber num jantar no hotel, por exemplo, ou num piquenique.
• Para comprar vinhos para trazer para casa, diz o Claudio, melhor são as lojinhas pequenas, como as que existem em Montmartre, perto da estação Abesses.
• Passeio obrigatório é a loja Lavinia, grande loja perto da igreja da Madeleine. Estando por ali, eu deixaria o marido na Lavinia e iria fazer umas comprinhas baratas na Decathlon. :-)
• Claudio recomenda levar um abridor.
• Bom lugar para comprar vinhos também são os supermercados e a seção de vinhos da Laffayette.
• Chegando ao aeroporto, seja no Orly quanto no Charles de Gaulle, vale perder (ou ganhar) uns minutinhos pegando um mapa e alguns folhetos de atrações em Paris no quiosque de informações. Pode ser interessante para planejar o que fazer.
• Tão logo saiam para as primeiras voltas, recomendo já comprar 10 bilhetes do metrô – ou passes para uma semana. Cada bilhete que vale tanto para metrô quanto para ônibus custa R$ 1,70. Comprando 10 de uma vez, paga-se 12,50 euros. Não sei quando custa um passe de uma semana, mas vale comparar os preços para ver o que vale mais a pena.
• Paris é o lugar ideal para se conhecer a pé, dando belas caminhadas, mas se não houver muito tempo, metrô é a opção rápida e prática. Há também claro ônibus, mas nunca usei. Bom do ônibus, é que por si só já é um passeio.
• Ter um mapinha de metrô sempre é bem prático. O bom é que tem metrô em todos os cantos da cidade, o que torna tudo bem mais fácil.
• Para se guiar, basta olhar sempre o nome da estação final da linha. Por exemplo, quer ir da estação Bastille até a Torre. Primeiro olha onde as linhas se cruzam. Talvez, neste caso, o mais prático fosse pegar a linha laranja (5) até a estação “Place d’Italie” (ou seja, na direção Place d’Italie), trocando ali para a linha verde (6) até a estação Bir-Hakeim (ou seja, pegando o metrô que vai na direção Charles de Gaulle Etoile). Importante é sempre conferir a direção em que o metrô está indo. Todas as estações são bem sinalizadas.
• Outra opção, BatoBus, um “barco-com-paradas”, na minha singela visão. Um bilhete para um dia todo custa 12 euros por pessoa. Pode-se descer e subir várias vezes. Há estações em Notre Dame, na torre, na Champs-Élisèes. Ideal, se for usar, é comprar bem cedinho e aproveitar o dia todo.
• Existem várias regiões com boas lojas. A mais famosa é a Grands Boulevards, onde estão as grandes lojas de departamentos. Uma estação que fica bem perto é a Chaussèe D’Antin La Fayette.
• Quem gosta de cozinha, vai amar a Lafayette Maison! Até eu fiquei com vontade de comprar coisas para fazer cup cakes! Minha amiga Marie, de Paris, fala que lá tudo é mais caro, mas para turistas acaba não tendo muito jeito...
• Provei os famosos macarrons do Pierre Hermé. São fabulosos!!! Tem também Ladurée, mas achei muito caros. Os PH custam 1,90 cada! Os da Ladurée, 3,10!!!
• Em relação a gastos triviais: é muito mais barato comprar água e bebidas em geral no supermercado (Monoprix, Franprix, Carrefour, Casino...) do que em fast foods ou outros quiosques de comidas. Existem supermercados por todos os lados.
• Nesses lugares também é bom para comprar queijos e saladas, para um jantar no hotel eventualmente.
• No domingo, um bom programa pode ser comprar queijinhos, baguette e uma garrafinha de vinho e seguir para a Place de Voges (onde fica a casa de Victor Hugo). Se o tempo estiver bom, fazer um piquenique é muito gostoso.
• Antes que eu esqueça: a maioria dos restaurantes servem menus por preços fixos, ou seja, uma entrada + prato principal ou prato principal + sobremesa. É uma boa forma de experimentar a comida francesa. Também existem os pratos do dia, com preços especiais.
• Em todos os restaurante é possível pedir uma garrafa de água de graça. Algo como “un garrafe d’eau, s'il vou plait”. Eu costumava pedir uma tacinha de vinho e essa garrafa de água. Para eles, isso é bem normal.
• De manhã, nossa opção normalmente é dispensar o caro café do hotel (se não estiver incluído na diária, claro) e procurar a padaria mais próxima. Um croissant bom pra caramba custa pouco menos de 1 euro. Há também os pães de chocolate e outras gostosuras. Um dia, por exemplo, comprei um croissant, um café e fui comer no Jardim de Luxemburgo. Foi bem bom!
• O Louvre é gigantesco. Bom entrar para conhecer, mas se for ver exposições, melhor escolher uma ala (dá para comprar o ticket por área do museu), pois é cansativo olhar tudo em pouco tempo.
• Museus menores, mas bem legais: Museu d’Orsay, L’Orangerie (este é do filme do Woody Allen, com grandes painéis – dá para comprar bilhete para ele para o Orsay junto, sai mais barato), Grand Palais, Petit Palais, Cinemateque e, claro, o Rodin, que é lindo! O que mais gosto é de imaginar que eles moravam ali, usando aquelas lareiras, escolhendo aqueles papéis de parede...
• No domingo, nem tudo está aberto. Somente alguns supers abrem, por exemplo. Os bairros mais animados no domingo e com mais opções de lugares para comer também é o Marais e Montmartre. Eu fiz o seguinte, levantei supercedo no domingo e fui até Montmartre (estação Abesses é a melhor!), vivi meus momentos de Amelie Poulain e depois de olhar tudo, fui para o Marrais, onde tem muita gente circulando. Comprei algumas coisinhas e fui comer na Place des Voges.
Claudio trambém apresenta algumas dicas, mais voltadas para os meninos ou para apreciadores/apreciadoras de vinhos:
• Enquanto as meninas olham as lojas, é possível beber uma tacinha de vinho/champagne na área de vinhos das Galeries Laffayette.
• Pela cidade toda, vocês vão ver lojas Nicolas. Trata-se de uma grande rede de lojas de vinhos. Bom para comprar vinhos para o dia-a-dia, para beber num jantar no hotel, por exemplo, ou num piquenique.
• Para comprar vinhos para trazer para casa, diz o Claudio, melhor são as lojinhas pequenas, como as que existem em Montmartre, perto da estação Abesses.
• Passeio obrigatório é a loja Lavinia, grande loja perto da igreja da Madeleine. Estando por ali, eu deixaria o marido na Lavinia e iria fazer umas comprinhas baratas na Decathlon. :-)
• Claudio recomenda levar um abridor.
• Bom lugar para comprar vinhos também são os supermercados e a seção de vinhos da Laffayette.
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Quase voltando
Se tem algo que eu gosto nesta vida é viajar, mas depois de um mes por aqui, confesso que estou contando os dias para voltar, mesmo que voltar signifique ter que retornar ao trabalho e também ter que tomar algumas decisoes (difíceis) sobre 2012.
O dia hoje foi um resumo do mes, pois amanheceu com o maior sol, mas já teve ventania, chuva e céu nublado, ou seja, um pouco de tudo que vi por aqui.
Hoje foi dia de terminar a limpeza do quarto, para poder receber a caucao de 50 euros amanha de manha.
Amanha viajo de trem para Bonn, a antiga capital da Alemanha. Espero que tudo corra bem - visto que as minhas duas malas estao bem pesadas.
Nas últimas semanas näo tive muita chance de escrever. Também depois de duas semanas, a vida comeca a se repetir. Fui mais uma vez ao teatro, vimos mais um filme na universidade, aprendemos mais palavras novas e tratamos de alguns assuntos nada fáceis nas aulas de gramática.
Quando eu voltar, já vou ter que ir ao Goethe-Institut, pois neste ano tenho certeza de que terei tempo para curso de alemao ainda. Depois, quem sabe sim, quem sabe näo...
Na semana passada, visitamos Straßburg. Eu adoro aquela cidade, tem tanta vida, tantos lugares em que eu gostaria de sentar e simplesmente acompanhar o movimento.
Também fiz uma viagem a Frankfurt, regiao onde morei por 13 meses entre 1999 e 2000. A cidade me pareceu bastante mudada. Acabei encontrando apenas uma amiga, Leticia. Fazia 11 anos que nao nos víamos. Foi tao bom reencontrá-la e colocar a conversa em dia. Agora, espero que no ano que vem ela e a família toda possam nos visitar no Rio.
Hoje teremos uma festa de despedida. Todos devem levar alguma coisa. Pessoas do mesmo país deveriam combinar o que levar. Aqui, há apenas eu e Juliana do Brasil.
Nessas horas, sempre fico me perguntando o que é típico brasileiro... Feijoada? Eu mesma só fui comer feijoada depois dos 24! Brigadeiro? Mas onde comprar leite condensado? Mais nao sei... Tudo que comemos me parece tao internacional... Acabamos nos decidindo por caipirinha, mesmo que eu nunca tenha feito caipirinha, nem a Juliana.
Vamos ver como vai ser.
Uma garrafa de cachaca custa 11 euros! 25 reais! Cada limao custa 0,49, ou seja, 1 real... Recebemos 5 euros de ajuda de custo, mas diante dos gastos todos, foi quase nada. Fazer o que...
Espero que pelo menos funcionem nossas caipirinhas!
O dia hoje foi um resumo do mes, pois amanheceu com o maior sol, mas já teve ventania, chuva e céu nublado, ou seja, um pouco de tudo que vi por aqui.
Hoje foi dia de terminar a limpeza do quarto, para poder receber a caucao de 50 euros amanha de manha.
Amanha viajo de trem para Bonn, a antiga capital da Alemanha. Espero que tudo corra bem - visto que as minhas duas malas estao bem pesadas.
Nas últimas semanas näo tive muita chance de escrever. Também depois de duas semanas, a vida comeca a se repetir. Fui mais uma vez ao teatro, vimos mais um filme na universidade, aprendemos mais palavras novas e tratamos de alguns assuntos nada fáceis nas aulas de gramática.
Quando eu voltar, já vou ter que ir ao Goethe-Institut, pois neste ano tenho certeza de que terei tempo para curso de alemao ainda. Depois, quem sabe sim, quem sabe näo...
Na semana passada, visitamos Straßburg. Eu adoro aquela cidade, tem tanta vida, tantos lugares em que eu gostaria de sentar e simplesmente acompanhar o movimento.
Também fiz uma viagem a Frankfurt, regiao onde morei por 13 meses entre 1999 e 2000. A cidade me pareceu bastante mudada. Acabei encontrando apenas uma amiga, Leticia. Fazia 11 anos que nao nos víamos. Foi tao bom reencontrá-la e colocar a conversa em dia. Agora, espero que no ano que vem ela e a família toda possam nos visitar no Rio.
Hoje teremos uma festa de despedida. Todos devem levar alguma coisa. Pessoas do mesmo país deveriam combinar o que levar. Aqui, há apenas eu e Juliana do Brasil.
Nessas horas, sempre fico me perguntando o que é típico brasileiro... Feijoada? Eu mesma só fui comer feijoada depois dos 24! Brigadeiro? Mas onde comprar leite condensado? Mais nao sei... Tudo que comemos me parece tao internacional... Acabamos nos decidindo por caipirinha, mesmo que eu nunca tenha feito caipirinha, nem a Juliana.
Vamos ver como vai ser.
Uma garrafa de cachaca custa 11 euros! 25 reais! Cada limao custa 0,49, ou seja, 1 real... Recebemos 5 euros de ajuda de custo, mas diante dos gastos todos, foi quase nada. Fazer o que...
Espero que pelo menos funcionem nossas caipirinhas!
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quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Atividades
Os últimos dias tém sido repletos de atividades. Na semana passada, fomos ao teatro na sexta-feira. A peca contava a história clássica de Fausto, mas em uma versäo western, bem engracada. A história costuma ser bem pesada, mas da forma como foi adaptada ficou bem mais leve.
No sábado, visitamos uma festa da Idade Média, algo que calculo exista muito por aqui. As pessoas nao se vestem daquela maneira apenas para uma festa, acredito que seja quase um estilo de vida na maior parte do tempo livre. Uma vez assisti a um episódio do House, no qual ele atendia um cara que gostava de "viver" como na Idade Média.
A festa foi bem interessante. Além de barracas de comida e de cerveja, claro, havia artigos inusitados à venda, como machados e facas feitos à mao. Teve também um show de rock.
No domingo, fizemos um passeio a Heidelberg, cidade muito antiga, com 800 anos. Também a cidade onde foi fundada a primeira universidade da Alemanha, há 600 anos. Eu já havia visitado Heidelberg em 1998, mas posso dizer que nao vi grandes diferencas. :)
Na segunda, fomos conhecer algumas ruínas romanas em um lugar perto de Saarbrücken. Bem interessante e curioso. No dia, havia uma festa, com corridas de biga e luta romana. As ruínas tém mais quase mil anos. Legal é ficar imaginando como funcionava tudo há tanto tempo. Havia uma terma na regiäo, com água quente, chäo aquecido... Essas coisas sempre me deixam muito surpresa.
No sábado, visitamos uma festa da Idade Média, algo que calculo exista muito por aqui. As pessoas nao se vestem daquela maneira apenas para uma festa, acredito que seja quase um estilo de vida na maior parte do tempo livre. Uma vez assisti a um episódio do House, no qual ele atendia um cara que gostava de "viver" como na Idade Média.
A festa foi bem interessante. Além de barracas de comida e de cerveja, claro, havia artigos inusitados à venda, como machados e facas feitos à mao. Teve também um show de rock.
No domingo, fizemos um passeio a Heidelberg, cidade muito antiga, com 800 anos. Também a cidade onde foi fundada a primeira universidade da Alemanha, há 600 anos. Eu já havia visitado Heidelberg em 1998, mas posso dizer que nao vi grandes diferencas. :)
Na segunda, fomos conhecer algumas ruínas romanas em um lugar perto de Saarbrücken. Bem interessante e curioso. No dia, havia uma festa, com corridas de biga e luta romana. As ruínas tém mais quase mil anos. Legal é ficar imaginando como funcionava tudo há tanto tempo. Havia uma terma na regiäo, com água quente, chäo aquecido... Essas coisas sempre me deixam muito surpresa.
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Detalhes
Passam pelo menos 8 ônibus perto do alojamento. Quatro deles servem para ir para o campus. Outros 5 vão até o centro. Em todas as paradas de ônibus, é possível saber quais são as linhas que passam por ali e todos os horários. Os ônibus costumam ser bem pontuais. Quando atrasam, o atraso não passa de 2 minutos.
Nós todos compramos cartões mensais. Podemos ir e vir quantas vezes quisermos. Bem prático. E bem mais barato.
A cidade não é muito grande. Então só há um Straßenbahn, algo como um bonde moderno.
Quando apertamos o botão para descer, não é necessário correr para a porta. Dá para esperar o ônibus parar e então levantar-se para descer.
Todo o campus da universidade tem cobertura wi-fi. Funciona muito bem. Cada estudante recebe uma senha e pode usar à vontade. Tem sido de grande utilidade.
O café com leite que gosto de tomar se chama Milchkaffee. Latte machiatto é com espresso, me explicou o atendente do Café Unique, bem mais forte.
Há pouquíssimo lixo pelo chao. No geral, as regras sao respeitadas.
Algo bem alemao é o tal do depósito que se faz quando se compra uma bebida. A grande maioria é retornável. Funciona mais ou menos como no passado no Brasil, quando nossos pais pagavam também pelo casco, pela garrafa. Na hora de comprar uma nova bebida, levava-se o casco para pagar apenas o conteúdo.
Uma garrafa de água, por exemplo, custa 19 centavos de euro, o pfand, como se chama o depósito/casco custa 25 centavos de euro. Vale a pena prestar a atencao a esses pequenos detalhes. Normalmente, onde essas bebidas sao vendidas, há uma máquina onde se pode depositar as garrafas para receber o dinheiro de volta.
A máquina para comprar bebidas e outra para devolver a garrafa.
Existe algo semelhante para o copos de café também.
Na Mensa, o restaurante universitário, existe uma pia onde se pode pegar água para acompanhar a refeicao. Assim, näo é necessário comprar uma bebida.
Näo sei se eu já havia escrito isso, mas em toda sala de aula há uma pia para o professor molhar a esponja com a qual apagará o quadro. Também para limpar as maos depois de passar a aula toda escrevendo no quadro com giz. A maioria das salas já tem quadro branco.
Normalmente, eu sou a primeira a chegar de manha...
Nós todos compramos cartões mensais. Podemos ir e vir quantas vezes quisermos. Bem prático. E bem mais barato.
A cidade não é muito grande. Então só há um Straßenbahn, algo como um bonde moderno.
Quando apertamos o botão para descer, não é necessário correr para a porta. Dá para esperar o ônibus parar e então levantar-se para descer.
Todo o campus da universidade tem cobertura wi-fi. Funciona muito bem. Cada estudante recebe uma senha e pode usar à vontade. Tem sido de grande utilidade.
O café com leite que gosto de tomar se chama Milchkaffee. Latte machiatto é com espresso, me explicou o atendente do Café Unique, bem mais forte.
Há pouquíssimo lixo pelo chao. No geral, as regras sao respeitadas.
Algo bem alemao é o tal do depósito que se faz quando se compra uma bebida. A grande maioria é retornável. Funciona mais ou menos como no passado no Brasil, quando nossos pais pagavam também pelo casco, pela garrafa. Na hora de comprar uma nova bebida, levava-se o casco para pagar apenas o conteúdo.
Uma garrafa de água, por exemplo, custa 19 centavos de euro, o pfand, como se chama o depósito/casco custa 25 centavos de euro. Vale a pena prestar a atencao a esses pequenos detalhes. Normalmente, onde essas bebidas sao vendidas, há uma máquina onde se pode depositar as garrafas para receber o dinheiro de volta.
A máquina para comprar bebidas e outra para devolver a garrafa.
Existe algo semelhante para o copos de café também.
Na Mensa, o restaurante universitário, existe uma pia onde se pode pegar água para acompanhar a refeicao. Assim, näo é necessário comprar uma bebida.
Näo sei se eu já havia escrito isso, mas em toda sala de aula há uma pia para o professor molhar a esponja com a qual apagará o quadro. Também para limpar as maos depois de passar a aula toda escrevendo no quadro com giz. A maioria das salas já tem quadro branco.
Normalmente, eu sou a primeira a chegar de manha...
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